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SEJAMOS MUDANÇA

Postado por: Konectya | março 12, 2019


A frase “Seja a mudança que você quer ver no mundo” ou alguma das suas versões é comumente atribuída a Mahatma Gandhi, embora não haja evidência de que ele realmente tenha dito isso.

Impressa em camisas, adesivos ou circulando na internet, a frase é impactante por provocar a reflexão sobre como nossa atitude pode transformar o ambiente que nos circunda.

No entanto, escrita desta maneira, de forma imperativa “seja”, a responsabilidade de mudar é transferida para aquele que a lê.

Assim, na Konectya, adaptamos a famosa frase para “Sejamos Mudança”, que representa um convite ao outro para compartilhar propósitos, objetivos e ação. Mas que se inicia em cada um de nós, em um processo individual de autoconhecimento, motivação e transformação constante.

O processo de Mudança

O senhor…mire, veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra montão.” (ROSA, 2006, p.23)

A mudança a qual nos referimos passa por um processo de revisão e superação de preconceitos, práticas e vícios que repetimos e são prejudiciais a nós mesmos, aos outros, ao meio ambiente e comunidade da qual fazemos parte.

Passa também por um processo de identificação e valorização de qualidades, habilidades e recursos que podemos disponibilizar.

E, por fim, passa pelo desenvolvimento do pertencimento, engajamento e responsabilidade pelo ambiente em que vivemos, e da empatia pelas pessoas com as quais convivemos.

Da mudança à ação

Conscientes dos nossos defeitos e limitações, mas cientes de como, onde e a quem ajudar, as formas de ação possíveis são infinitas.

Elas passam por escolhas individuais do dia a dia como, por exemplo, o consumo consciente, a reciclagem e o reuso de insumos e bens. Passam também por ações coletivas de colaboração como o compartilhamento e doações de recursos, equipamentos e conhecimento, bem como na ação voluntária em diversas frentes.

Voluntariado – Uma forma de mudança

A “Pesquisa sobre voluntários no Brasil” realizada pela Fundação Itaú Social, demonstrou que as pessoas relataram sensação de bem-estar (51%), sentir-se útil (40%) e gratificação pessoal (37%) como sentimentos decorrentes da prática da atividade voluntária. Ou seja, ao disponibilizar seu tempo e conhecimento a terceiros, os voluntários são recompensados de maneira muito positiva.

Por outro lado, ainda nesta pesquisa, 47% daqueles que disseram não praticar o voluntariado, citaram como motivos nunca terem pensado nisso (18%) ou nunca terem sido convidados (29%). Além disso, a pesquisa relata que 80% dos jovens de 18 a 24 anos nunca tinham se envolvido com atividade voluntária.

A análise desses números nos permite imaginar que se difundidos e conhecidos os benefícios da prática da atividade voluntária, haverá um enorme capital humano disponível a agir em benefício da sociedade.

“Nunca fui convidado(a)”

Na plataforma Konectya todas as iniciativas tem um espaço para solicitar voluntários. Os usuários da plataforma, ao criarem seu perfil, informam em quais tipos de iniciativas gostariam de participar.

Com base nas informações disponíveis, o sistema cruza as necessidades e região das iniciativas com os interesses, área de atuação e localização de quem pode ajudar, otimizando esforços, deslocamento e tempo de todos os envolvidos.

Acesse www.konectya.com e conheça oportunidades de contribuir e mudar para melhor o mundo em que vivemos.

#SejamosMudança

Grande abraço,

André Viana de Paula
andre@konectya.com
www.konectya.com

Referências:

-Saiba mais sobre a pesquisa da Fundação Itaú Social em: https://bit.ly/2BO4vYf

-ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 1 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.

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COLABORAR PARA MUDAR OS LUGARES ONDE VIVEMOS

Postado por: Konectya | fevereiro 20, 2019


A economia colaborativa é o movimento/tendência econômica e comportamental que aproxima pessoas, grupos, empresas e instituições diversas com necessidades e objetivos complementares.

Por meio de permutas, trocas, compartilhamento e aluguel, propõe-se a melhor utilização de equipamentos, veículos, espaços residenciais e comerciais, recursos financeiros, habilidades e conhecimentos.

São vários os exemplos de negócios que seguem essa linha e já fazem parte do nosso dia a dia, como Wikipedia, Airbnb, Linux, Uber, Yellow, Zipcar, para ficar em alguns apenas.

Todos eles nos ajudam a atender a economia colaborativa e a enormidade de ganhos possíveis em geração de trabalho e renda, difusão de conhecimento, mobilidade, utilização de recursos naturais e combate a desperdícios.

“Sim, mas todos estes exemplos são negócios. Como colaborar em comunidade, na minha rua ou bairro?”

No livro Colaboração Criativa, Robert Hargrove descreve a colaboração como um ato de criação conjunta ou descobrimento. Segundo ele, “pessoas que colaboram são aquelas que identificam uma possibilidade e reconhecem que o seu próprio ponto de vista, perspectiva ou talento não é bastante para torná-la uma realidade. Elas necessitam dos pontos de vista, das perspectivas e do talento de outros”.

Dessa forma, o caminho à colaboração em comunidade passa pela integração de visões, objetivos e esforços. Podendo ser organizada em 6 passos básicos:

1. Observação: Identificar as necessidades da comunidade que precisem ser supridas ou combatidas.

2. Interação: Conhecer as pessoas que formam a comunidade para compreender melhor a realidade e descobrir  objetivos comuns.

3. Escolha: Definir, preferencialmente em grupo, o “problema” a ser atacado e vencido.

4. Mobilização: Ampliar o grupo com mais pessoas que compartilhem o objetivo de vencer o problema.

5. Execução: Após planejar bem a iniciativa, os recursos e esforços necessários, as responsabilidades e as metas, é hora de atacar o problema de forma definitiva.

6. Divulgação: Contar ao maior número de pessoas a história da iniciativa, os êxitos alcançados e as lições que foram aprendidas para inspirar novas iniciativas.

Todas essas ações devem ser impulsionadas pela tecnologia existente nas plataformas, sites, redes sociais e aplicativos, os quais podem ser ferramentas eficientes e ágeis de colaboração.

Por fim, para exemplificar, os benefícios da colaboração comunitária podem ser vistos em iniciativas como a do Quintal Mimoso, onde vizinhos se juntaram para transformar um lixão em jardim; na ação conjunta de mães para a melhoria do Parque Renato Azeredo; ou na união de uma comunidade para levantar recursos para o tratamento neurológico de uma criança. Todas estas histórias estão contadas na plataforma www.konectya.com.

E você, está pronto para colaborar?

Acesse www.konectya.com e conheça iniciativas que transformam e impactam comunidades.

#SejamosMudança

Grande abraço,

André Viana de Paula
andre@konectya.com
www.konectya.com

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PRECISAMOS DO BEM

Postado por: Konectya | setembro 14, 2018


Vivemos um momento tumultuado da nossa sociedade. Intolerância, violência, intransigência e ódio estão disponíveis 24h/7d em todos os meios de comunicação. Se somarmos a isso a omissão e ineficiência de governos em atender necessidades básicas da população, temos um cenário de atraso, descrença e conformismo.

Mas será mesmo esse o retrato atual da nossa sociedade?

Pensemos em quantas pessoas, no instante dessa leitura, realizam iniciativas simples ou complexas em benefício do outro, em áreas como saúde, segurança, meio ambiente, educação e cidadania.

Iniciativas que possibilitam dignidade, esperança, conhecimento, aprendizado e, principalmente, TROCAS. Pois, aqueles que fazem pelo outro, recebem muito em contrapartida. Gratidão, motivação, conhecimento, abraços e sorrisos, muitos sorrisos.

Trabalhando com projetos de desenvolvimento local por anos, vi muitas ideias, ações e práticas serem realizadas em benefício coletivo. Nos últimos 8 meses, mais especificamente, ao desenvolver o projeto da Konectya, conheci e participei de iniciativas realizadas por pessoas que querem apenas o MELHOR para nossa sociedade. Pessoas que oferecem tempo, recursos e esforços como ativos para acolher, vestir, alimentar, cuidar, alegrar, ouvir, tratar e informar outras pessoas.

Em novembro de 2017, realizamos uma enquete online com 213 participantes sobre Participação Comunitária. Na oportunidade, 86,9% dos participantes disse ter interesse em participar de iniciativas que geram benefícios coletivos.

Então por que não vemos o retrato de uma sociedade solidária?

Penso em duas possíveis respostas.

Antes, destaco outro resultado da enquete, em que 53% das pessoas destacaram o “Desconhecimento de ações realizadas em local próximo a residência/trabalho ou relacionadas a seus propósitos pessoais” como o maior fator impeditivo da sua participação em iniciativas comunitárias.

Voltando à pergunta, a 1ª resposta é que precisamos nos interessar pelo BEM. Buscá-lo, conhecê-lo, apoiá-lo e vivenciá-lo. Ele está por aí em ruas, praças, parques, escolas, associações, sendo feito diariamente por pessoas como eu e VOCÊ.

A 2ª resposta é que precisamos fazer MAIS por nossa sociedade, sendo agentes participativos de ação e transformação do ambiente em que vivemos.

“Nós nos transformamos naquilo que praticamos com frequência”. Aristóteles

Com a missão de unir pessoas, esforços e recursos por um mundo melhor, a proposta e conteúdo do Konectya.com unem as respostas acima ao agrupar e difundir o BEM; e também ao servir de convite à participação e apoio a iniciativas que transformam vidas, pessoas e lugares.

Assim, convido VOCÊ a inspirar-se com iniciativas que nos levam a um mundo melhor. Acesse www.konetya.com e mão à obra!!

#SejamosMudança

Grande abraço,

André Viana de Paula
Konectya.com

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